As coisas não são como nunca poderiam ter sido

Essa é pra aquela pessoa que acabou de ler quinze livros em dez anos e se acha a pessoa mais inteligente do mundo.

A capacidade de designar, e calcular são faculdades humanas e sem elas o mundo existiria sem significação e, ainda assim, o mundo nos parece um mistério diário que renasce diariamente.

Ser e estar são capacidades humanas.

Abaixo deixo algumas perguntas que ainda não tem respostas:

Como funciona o cérebro humano?

Como sabemos que aprendemos?

Onde está localizada no cérebro a nossa individualidade?

O que faz com que muitas crianças que nasçam com várias habilidades cognitivas e aprendendo com facilidade?

Qual a causa das várias habilidades desenvolvidas em pessoas que sofreram diversos tipos diferentes de acidentes?

Pra seguir em frente vou falar um pouco da minha vida escolar. Nunca me considerei um gênio nem “cdf”, mas posso dizer que eu  era esforçado. Só depois de nos formarmos percebemos que em relação as disciplinas escolares, seja em escolas públicas ou particulares  parece (mesmo admitindo que o fenômeno é mais frequente em escolas públicas) que ao longo da vida deixamos várias lacunas por preencher.

Essas lacunas são as defasagens que vão se acumulando com o avanço das séries escolares e, crentes que estamos acumulando conhecimentos, estamos, na verdade, acumulando também defasagens ao longo das nossas vidas escolares.

Esse fato fica evidente quando chega a época do ENEM, dos vestibulares e concursos públicos em geral. Tudo nesse momento da vida dos alunos medianos parece difícil e trabalhoso. As redes sociais e um mundo de informações estão aí pra ajudar e atrapalhar também.

Essa é só uma ponta da montanha de gelo. Ainda falta ressaltar os aspectos humanos do aprendizado como as fases do desenvolvimento biológico e psicológico das crianças que vão aprendendo conceitos como amizade, amor, paixão, sexo e, claro, os hormônios da adolescência, que nada mais seriam do que a externalização materializada de nossos sentimentos na forma dos mais variados tipos de excessos cometidos pelos adolescentes.

Tudo pode se transformar em dúvida. Nas meninas, “porque os meninos gostam daquela garota? ” “O que está acontecendo com meu corpo que cismou de brotar cabelo em tudo quanto é lugar, nos meninos?

Mas, na reentrance de la contradance, pra resumir o assunto o fato é que nunca é demais repetir, refazer, revisitar as mesmas experiencias da vida como se fossem a primeira vez. O erro de muitos alunos pode ser o de achar que estudar uma única vez é suficiente pra obter notas boas na escola.

Toda matéria dada em aula, se ela for revisada em casa pelo aluno no dia em que ela foi dada pelo professor, o cérebro irá guardar com maior eficiência essa informação. Se passar de vinte quatro horas, a informação dada em aula se perderá ao longo dos dias, não se fixando na mente do aluno.

Quanto as experiencias da vida, posso dizer que não há um dia igual ao outro em nossas vidas quando estamos bem dispostos e felizes, porém pra muitos adolescentes a vida parece ser uma monotonia sem sentido nem lógica porque ainda estão se descobrindo como outros dentro de si, meninos e meninas que já guardam no corpo além da semente da vida, a alma da mulher e do homem de amanhã.

Se digo, por exemplo que me apaixonei por uma mulher e que beija-la todo dia pra mim é uma experiência totalmente diferente do dia anterior, é porque talvez eu não seja apaixonado por ela de uma vez por todas, mas que há algo nela que me faz sentir a paixão novamente e, por isso digo que estar apaixonado todos os dias pela mesma mulher é melhor do que ser.

Finalizando, deixo o texto do Kumon, que fala sobre alexandre, um menino que até os 6 anos de idade não lia nem escrevia e, aos 9 anos, é concluinte do Kumon de Matemática e Português e ainda escreveu um livro.

Com apenas 9 anos, Alexandre Garcia é aluno concluinte do Kumon de Português e Matemática e escreveu seu primeiro livro

Alexandre é concluinte de Matemática e Português.

Para nascer um pequeno escritor, o único caminho é a leitura. Aos 6 anos, Alexandre Garcia aprendeu a ler e escrever e, desde então, tem o hábito de ler livros todos os dias. Jovem autor, com rica bagagem e muita criatividade, escreveu seu primeiro livro, O segredo da mata, que conta sobre uma viagem emocionante ao folclore brasileiro e ao mundo da magia.

Dá para acreditar que até os 6 anos Alexandre não sabia ler nem escrever? Na época, sua mãe, Lúcia García, resolveu procurar ajuda, quando conheceu o método Kumon. “Apenas dois meses após iniciar o Kumon de Português, meu filho já conseguia ler sem dificuldades; muito feliz com seu resultado, resolvi matriculá-lo na disciplina de Matemática, e, em poucos meses, Alexandre passou a dominar contas de soma e subtração.

Como foi o desenvolvimento de Alexandre no Kumon?  

Alexandre se desenvolveu muito rápido, pois, por meio de um estudo individualizado, após dois anos estudando pelo Método, ele escreveu seu primeiro livro, O segredo da mata, e, com três anos de Kumon, concluiu as disciplinas de Português e Matemática.

Durante os três anos em que estudou as duas disciplinas, Alexandre leu diversos livros e teve a oportunidade de conhecer escritores conceituados, como Machado de Assis, Lima Barreto, Graciliano Ramos, Shakespeare, J. K. Rowling, entre outros.

O pequeno também se desenvolveu muito bem na disciplina de Matemática, e teve uma experiência incrível: estudar conteúdos além de sua série escolar. Você, pai, educador ou até mesmo aluno, deve estar se perguntando: “Será que é bom antecipar os estudos? Não é melhor aprender no tempo certo?”, e eu lhe devolvo: Existe tempo certo quando se trata de aprendizado? A resposta é depende, pois, como mencionado no início da matéria, no Kumon o estudo é individualizado, ou seja, o aluno vai chegar aonde quiser chegar e no tempo dele.

A mãe de Alexandre diz: “Meu filho não é gênio!”. Para ela, o diferencial foi o estímulo e treino diário. Quando Alexandre iniciou seus estudos no Kumon e não sabia ler, escrever nem fazer contas, foi possível fazer com que ele avançasse, e hoje o menino tem conhecimentos que só adquiriria na universidade, como equações, fatoração, derivadas, integrais e, por fim, equações diferenciais.

Link pra matéria completa: nasce um pequeno escritor.

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Definições da Matemática

A Matemática é uma das maravilhas que a humanidade criou. Me pergunto até onde ela é realmente uma ciência exata. Pela minha maneira de pensar acho que ela é uma ciência tão humana quanto a História e o Geografia, por exemplo.

Mas afinal qual pergunta deveríamos fazer: Matemática é ciência humana ou exata? A Matemática é ciência? Se sim, o que é ciência? Enfim, alguns até a chamam em alguns momentos de linguagem. E até certo ponto estão certos, pois como podemos notar, ela acumula ao longo do tempo não somente conteúdos, mas também uma série de definições causadas talvez pela sua aplicabilidade nas várias áreas do conhecimento humano, seja na área das ciências exatas, ou humanas.

Como ciência podemos usá-la como instrumento para comprovar várias informações que estarão disponíveis na forma de dados matemáticos. Ela também é acumulativa, ou seja, o conhecimento matemático se amplia com o passar do tempo diferentemente das outras áreas do saber que sempre necessitam rever suas bases teóricas. Também encontramos a matemática em muitas das coisas do mundo real, podemos aplicá-la ao mundo concreto, apesar de muitos conceitos matemáticos serem axiomáticos e não ser possível comprovar, pelo menos num determinado momento atual sua existência real, podemos perceber determinados conceitos como aceitáveis para iniciarmos um estudo de determinado assunto.

Assim a matemática seria a linguagem do mundo natural, que muito utilizada nas ciências como a Física e a Química, espera não necessariamente uma aplicação prática por ser apenas raciocínio puro como a poesia é, na maioria das vezes, criada pela sensibilidade da razão. Vejamos como exemplo a Física, que estuda o mundo real, e torna-se cada vez mais metafísica por não se poder num mesmo realizar determinadas pesquisas e experimentos científicos por ser completamente impraticável como nos casos de experimentos que necessitem de muita energia, distancias astronômicas, ou velocidades inalcançáveis humanamente, pelo menos com o que a nossa tecnologia tem a nos oferecer até o momento presente.

A seguir deixo um vídeo da Matemaníaca falando um pouco sobre o que tentei dizer acima, um vídeo do Rômulo Pessanha mostrando alguns de seus livros de matemática e também o vídeo do professor de matemática Demóclis Rocha também mostrando alguns de seus livros de matemática entre outros livros e materiais que fazem parte de sua coleção.